terça-feira, 20 de março de 2012

Compare a injustiça

Trabalhadores da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-EMDUR se questionam muito sobre a comparação feita abaixo.

Corrigir a distorção é necessário

sábado, 17 de março de 2012

sexta-feira, 16 de março de 2012

A EMDUR e o fim do bom senso (2)

Questão de bom senso

1ª reunião: EMDUR não inova,não avança e não valoriza

Ontem tivemos a primeira reunião com a direção da EMDUR,abaixo acompanhe como ficou cada item da pauta:

1. Ganho acima da inflação

A empresa não inova,não valoriza.
Diz que não pode conceder ganho real e que aplicará apenas o INPC (5,47%).
O sindicato reivindica 5% de ganho real.

2. Liberação de um membro da direção do Sindicato para exclusiva dedicação às atividades sindicais

Mais uma vez a EMDUR não inova,não evolui.
Manterá a condenável prática anti-sindical adotada há anos.
O único suposto "avanço" fica por conta de aumentar de 10 para 12 dias as licenças remuneradas durante o ano,totalmente insuficiente para desenvolver um trabalho a contento.
Ou seja,a covardia contra a classe permanece.

3. Abono Salarial (Atualização de valor)

Oferece R$ 170.
Hoje está em R$ 160.
Ou seja,quer aplicar aí novamente os irrisórios 5,47% do INPC.
Não há,novamente,nenhum tipo de inovação,de valorização.

4. Pontos facultativos e feriados

Não concorda em incluir uma cláusula que garanta segurança aos trabalhadores,quer que continuemos confiando num acordo verbal.
Ocorre que acordo verbal não é segurança de nada nos dias atuais.

5. Jornada semanal de 40 horas para o setor operacional

Diretor deixou claro que a EMDUR não quer implantar,ou seja,quer manter a categoria nas mesmas 44 horas semanais atuais.
Mas,o administrativo pode realizar 40 semanais.
Contraditório demais.

6. Fornecimento de refeições para todos os setores

Aqui fica outra covardia que a empresa comete.
Há possibilidade do coletivo ser amplamente beneficiado,mas a empresa pública recusa-se a aplicar um olhar social sobre o assunto.

7. Implantação do auxílio-creche

Apesar da lei ser clara,cristalina,a EMDUR recusa-se a implantar o auxílio-creche.
Aqui cabe o alerta: se não implantar terá problemas com a justiça.
A empresa não está acima da lei.

8. Salário mínimo regional

Recusa-se a inovar e quer manter o menor valor como salário referência.
Novamente erra feio.
Poderia ser vanguarda,prefere ser retrógrada.

9. Intervalo para café ou lanche

Aqui o bom senso prevaleceu e a proibição será extinta.

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               CADÊ A VALORIZAÇÃO COLETIVA MERECIDA?

A EMDUR e o fim do bom senso

Abaixo narro situação esdrúxula:

Funcionário da EMDUR precisa tirar 10 dias de férias afim de assim poder realizar um estágio de seu interesse e não está encontrando receptividade por parte da empresa.

Ocorre que o acordo coletivo prevê a possibilidade de serem tirados 10 dias de férias,sendo interesse de ambas as partes.
Sendo assim a EMDUR pode perfeitamente atender ao desejo do funcionário,colaborando para que ele busque a qualificação almejada (o estágio).
Pergunto: Por que barrar a evolução do trabalhador?
Não seria melhor colaborar,facilitar e incentivar seu progresso?
Muitas vezes a valorização profissional passa por uma palavrinha mágica: BOM-SENSO.